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STF avalia decisão que pode aumentar conta de luz em até 50%: entenda o impacto na energia

Foto do escritor: Rafa fabrisRafa fabris

O julgamento no Supremo Tribunal Federal pode impactar R$ 48 bilhões, com aumentos significativos nas contas de energia de milhões de brasileiros.


Já imaginou abrir a fatura de luz e descobrir que ela subiu até 50%? Pois essa é uma possibilidade real enquanto o STF discute uma decisão que pode transformar as contas de ENERGIA em um verdadeiro pesadelo para os consumidores. O julgamento envolve a devolução de créditos de impostos pagos indevidamente, e o desfecho pode pesar — e muito — no bolso.


Atualmente, o placar é de 6 votos a 0 no Supremo para devolver os créditos aos consumidores, mas o debate sobre prazos e valores ainda está aberto. Dependendo da decisão final, o impacto pode ser devastador para as famílias brasileiras.


O que está em jogo no julgamento do STF?


O STF está analisando se as distribuidoras de ENERGIA devem devolver aos consumidores os créditos de PIS/Cofins cobrados indevidamente ou se parte desses valores pode ser retida pelas empresas. A controvérsia gira em torno de uma compensação exigida pelas distribuidoras, que alegam custos altos com ações judiciais para recuperar os créditos.


Caso o tribunal decida a favor das empresas, os consumidores podem ter que devolver valores já recebidos ou perder os descontos aplicados nas contas de luz. Isso poderia levar a aumentos médios de 30% e, em casos extremos, de até 50%, conforme estimativas de associações como a Abrace.


Origem da disputa


O problema começou com a Lei 14.385/22, que determinou a devolução de créditos de PIS/Cofins pagos indevidamente pelos consumidores devido à inclusão do ICMS na base de cálculo dos impostos. A norma favoreceu diretamente os consumidores, mas as distribuidoras questionaram a constitucionalidade da medida, exigindo que parte dos créditos fosse destinada a cobrir seus custos operacionais.


Agora, o STF discute tanto o destino desses créditos quanto o prazo para devolução. Uma decisão que inclua prazos longos ou prescrição pode obrigar consumidores a devolver parte dos valores, enquanto um prazo curto poderia manter os descontos nas contas de luz.


Impactos na conta de ENERGIA


Dependendo do resultado, o impacto será diferente para cada consumidor, variando por região e distribuidora. Empresas como Light, Cemig e Enel SP podem aplicar aumentos significativos, caso tenham que recuperar os valores retidos.


Estima-se que o total de créditos chegue a R$ 48 bilhões, o que representa um peso significativo para a economia e pode influenciar até mesmo a inflação.


Decisão final em aberto


Com o julgamento previsto para terminar em 29 de novembro, a decisão do STF continua sendo acompanhada de perto por especialistas, consumidores e empresas.


Até agora, os ministros Luiz Fux, Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin sugeriram prazos de 5 a 10 anos para devolução dos créditos, enquanto Flávio Dino defende a devolução integral e sem prescrição.


Será que o STF conseguirá equilibrar os interesses das distribuidoras e dos consumidores, ou o preço da ENERGIA será um peso ainda maior na vida dos brasileiros?



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